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Com mais de 7.000 funcionários na fábrica de Braga, Aveiro, Ovar e no hub de serviços de Lisboa, a Bosch é um dos maiores empregadores e exportadores do país. Fonte oficial da empresa em Portugal diz que “é muito cedo” para dar mais informações. O último grande anúncio é de um investimento de 100 milhões de euros em Aveiro para aumentar produção de bombas de calor. Além de prever continuar a aumentar o número de funcionários no país, a empresa continua também a ser um grande investidor. “Com estas mudanças de pessoal, a Bosch garante uma transição tranquila na gestão da fábrica da Bosch em Braga“, garante ainda fonte oficial da subsidiária do grupo germânico.
Bosch vai investir mais de 50 milhões na fábrica de Braga este ano
O ECO tentou contactar a Bosch, mas até ao momento não foi possível obter uma reação da empresa a esta notícia. Além da Bosch, em Portugal, também a Autoeuropa não descarta impactos de curto prazo devido ao problema de fornecimento de semicondutores da empresa Nexperia, de acordo com um comunicado interno a que o ECO teve acesso. Na sequência da intervenção do Governo holandês, no passado dia 30 de setembro, na Nexperia, alegando preocupações com a propriedade intelectual, o Governo chinês proibiu as exportações dos produtos acabados da empresa. Nexperia, a empresa que os holandeses tiraram aos chineses
Descubra a mobilidade elétrica e inteligente aqui.Expanda o seu mundo. A empresa, que em 2018 já tinha inaugurado um novo centro de Tecnologia e Desenvolvimento para a condução autónoma, prevê continuar a crescer em Braga, ainda que num ritmo mais moderado. Para o próprio, que desempenha funções como administrador comercial nesta unidade, “este novo investimento reforça a confiança da Bosch em Portugal. A empresa é um garante da economia da região e, segundo Lutz Welling, “está em Braga para ficar”. Um dos edifícios inaugurados abriga as instalações da cantina, numa área total de 3.900m2, e servirá os cerca de 3.700 colaboradores da empresa. “Admito que tenha consequências no ciclo produtivo da empresa, que eventualmente podem ir além das consequências em Braga”, concluiu.
Bosch Car Multimédia Portugal, S.a. – PRISCOS
O Governo neerlandês anunciou estaquarta-feira ter suspendido a intervenção na Nexperia, que permitia bloquear decisões da empresa chinesa de semicondutores que ameaçassem a produção de ‘chips’ na Europa, para reduzir a tensão com a China após semanas de conflito político. A Bosch de Braga anunciou a 28 de outubro passado que ia entrar em ‘lay-off’ a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, o que afetou 2.500 trabalhadores. Garantindo estar "a dar prioridade absoluta a todas as frentes" para "manter as suas cadeias de abastecimento e evitar ou minimizar restrições de produção", a empresa diz "encarar o futuro com confiança", apesar de a situação atual continuar "a colocar desafios significativos". No entanto, e "dependendo da situação geral de escassez de componentes e da evolução da política comercial", a Bosch diz não poder "excluir, em princípio, futuras interrupções de produção ou ajustes nos horários de trabalho". Aumento de componentes e medidas de mitigação permite que trabalhadores retomem ao normal, mas empresa não descarta novos ajustes.
Bosch de Braga entra em ‘lay-off’ em Novembro com 2.500 trabalhadores afectados
“Chegaram informações que indicam a redução, desde o início do quarto trimestre de 2024, nos diversos turnos que laboram na empresa, através dos menos protegidos que são os trabalhadores com vínculos precários e temporários, com o recurso à não renovação do contrato. A Bosch de Braga vai entrar em lay-off, a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou esta terça-feira a empresa. Cerca de 2500 trabalhadores da fábrica de Braga da Bosch, a maior que a multinacional alemã detém em Portugal, vão entrar em lay-off em novembro, uma decisão que se deverá manter "presumivelmente" até ao final de abril de 2026 e que a empresa justifica com a escassez de componentes para peças eletrónicas. Falta de componentes obriga empresa a reduzir salários aos trabalhadores A Bosch de Braga retoma na segunda-feira o regime normal laboral, levantando a suspensão temporária do contrato de trabalho de 2500 trabalhadores, anunciou hoje a empresa.
- Mantém ainda um caráter inovador e uma parceria estratégica que valorizamos bastante com a Universidade do Minho e que contribui para a produção de conhecimento a partir de Braga”.
- Ao recolher, visualizar e analisar os dados da máquina, do processo e do sensor, podes ajudar-nos a oferecer um novo tipo de oportunidades às empresas.
- A empresa é um garante da economia da região e, segundo Lutz Welling, “está em Braga para ficar”.
- Esta estratégia implica uma nova organização no setor empresarial da mobilidade na Bosch a nível global, com a aposta em novas tecnologias e soluções e reforço de algumas tecnologias nas quais já vínhamos a trabalhar.
A fábrica Bosch de Braga, que tinha colocado na segunda-feira os seus 3800 trabalhadores em horário parcial, comunicou-lhes entretanto que vão entrar em lay-off total, de 30 de abril a 17 de maio. O ‘lay-off’ consiste na redução temporária dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo, devido a motivos de mercado, motivos estruturais ou tecnológicos ou catástrofes ou outras ocorrências que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa. Segundo refere, atualmente continuam a registar-se "perturbações na produção e ajustes temporários nos horários de trabalho" nas fábricas da Bosch em Ansbach e Salzgitter, ambas situadas na Alemanha. "Devido à escassez de componentes para peças eletrónicas e as recorrentes interrupções na produção, o mecanismo de `lay-off` estabelecido no Código de Trabalho entra em vigor a partir do início de novembro até, presumivelmente, ao final de abril bosch-career.pt de 2026", indicou, em comunicado.
Vais estar em contacto próximo com os departamentos relacionados, tal como o de desenvolvimento de software e componentes, com as nossas fábricas e com a nossa área de teste. As tuas tarefas incluirão a encomenda e otimização de produtos/sistemas, a configuração dos parâmetros de software nas unidades de controlo, testar protótipos e construir e encomendar suportes para os testes. Desde engenharia de aplicação e produção ao hardware, informática e software — Junta-te a nós para tornar as visões do futuro em tecnologia relevante que é "Tecnologia para a vida". Desenvolvemos soluções para fazer com que as máquinas comuniquem umas com as outras e acelerem assim a produção, melhorando a segurança ao mesmo tempo. Com as nossas soluções Indústria 4.0 para produção conectada, otimizamos a produção e os processos de logística.
Descubra tudo o que pode saber sobre esta empresa com as nossas soluções A equipa de Braga trabalhará em articulação com outras unidades da Bosch na Alemanha, Suécia e também em Ovar, onde já existe uma equipa dedicada ao desenvolvimento de Connect Devices para eBikes, como displays e comandos remotos responsáveis pela gestão e controlo do equipamento. A partir de Portugal, a empresa irá desenvolver e integrar várias tecnologias para eBikes, incluindo algoritmos antirroubo baseados em inteligência artificial e machine learning, embedded software, sistemas de validação, serviços em cloud e uma infraestrutura de testes especializada (Device Farm). Instalada em Braga, a nova unidade irá focar-se no desenvolvimento de tecnologias de segurança avançadas, conectividade e serviços digitais para bicicletas elétricas. A situação foi comunicada à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) no passado mês de março, mas, até ao momento, os trabalhadores não receberam qualquer resposta oficial sobre o processo. A candidata salientou que «estas são medidas possíveis em Portugal, perfeitamente comportáveis para as empresas, como é o caso da Bosch.

